martes 13 de septiembre de 2011

1897-General Couto Magalhanes dice que la capoeira no debía ser perseguida

FUENTE: Autor: Magalhães, José Vieira Couto de, 1837-1898 .Colaborador: Sampaio, Teodoro, 1855-1937 .Título: 7ª Conferencia para o Tricentenario de Anchieta. Assumpto: Anchieta, as raças e linguas indigenas .Título alternativo: [Sétima Conferência para o Tricentenário de Anchieta. Assunto: Anchieta, as raças e línguas indígenas] .Local de Publicação: São Paulo : Typographia a Vapor Carlos Gerke & Cia. .Ano de Publicação: [1897] .Descrição Física: 32 p. : mapa .Idioma: Português

miércoles 17 de agosto de 2011

sábado 25 de junio de 2011

lunes 28 de febrero de 2011

2003- Sao Paulo- Third National Capoeira Congress

Figure 1: Nametag of an invited delegate to the National Capoeira Congress.
CONCEPTUALIZING CAPOEIRA:


THEORETICAL & METHODOLOGICAL CONSIDERATIONS

August 17, 2003, São Paulo
The most emotionally charged and potentially explosive moment of the Third National Capoeira Congress came when one of São Paulo’s oldest mestres took the podium. Overcome with emotion during the presentation by a young delegate from his state who supported the regulation of capoeira by the Federal Council of Physical Education, Mestre Pinatti, well into his 70s and walking with a cane, struggled uninvited onto the stage. Reaching the microphone, he raised a clenched fist and cried: “Capoeira is culture, not sport!” The deafening cheers from the floor were testimony that his opinion was shared by many of the gathered delegates. Encouraged, Mestre Pinatti went on to criticize the explicitly political atmosphere of the congress -- sponsored by the PCdoB (Communist Party of Brazil) -- and admonish his fellow capoeiristas to be wary of politicians whom he directly blamed for the “big mess the country is in.” In a voice trembling with emotion he closed his speech with, “At times I am prouder of being a capoeirista than a Brazilian!” An even stronger wave of cheers surged through the audience and a number of the older, prestigious mestres rushed onto the stage to shake his hand, tears in their eyes.
FUENTE: HARD PLAY: CAPOEIRA AND THE POLITICS OF INEQUALITY IN RIO DE JANEIRO, KATYA WESOLOWSKI, Submitted in Partial Fulfillment of the requirements for the degree of Doctor of Philosophy under the Executive Committee of the Graduate School of Arts and Sciences, COLUMBIA UNIVERSITY 2007

1961-CAPOEIRA Folha da Noite

CAPOEIRA

Publicado na Folha da Noite, sábado, 18 de fevereiro de 1961.
Neste texto foi mantida a grafia original
RUBEM BRAGA
Leio com interesse um livrinho de 1927, editado na Bahia, "Ginastica Nacional", que talvez não seja inutil nestes tempos. O autor chama-se A. Burlamaqui, mais conhecido por Zuma, um belo rapaz que pretende elevar à dignidade do boxe e do jiu-jitsu o nosso jogo da capoeira. Faz o historico dessa luta e explica seu nome pelo fato de ser nas capoeiras do interior que os negros, quando apareciam os soldados para prendê-los, aplicavam esses golpes. A capoeira tem, assim, uma "origem santificada", pois está ligada aos primeiros esforços para a libertação dos escravos no Brasil. Nas fotografias que ilustram o livrinho, os jogadores aparecem de peito nu, calções até os joelhos e botina. O regulamento diz que devem ser usadas botinas, pois sapatos caem do pé no decorrer da luta. Muito humanitariamente, prescreve que as botinas não devem ter botões e sim cordões e não devem ter na sola pregos salientes, nem chapas de metal. O mais que podem levar são barras transversais, ou rosetas de borracha que não salientem mais de cinco milimetros. Os golpes são numerossos, e com eles "poderemos acometer os demonios". A rasteira, com sua variedade "corta-capim"; o "rabo de arraia", com o qual "o nosso Ciriaco venceu o japonês com seu jiu-jitsu"; a cabeçada cujo efeito é "demasiado terrivel"; o "facão", a "banda de frente', o "baú", que é dado com a barriga; o "rapa", a "tesoura", a "queixada', que consiste em um ponta-pé no queixo; o "dourado", o "escorão", em que se simula um recuo para dar um ponta-pé na barriga do sujeito; a "baiana", o "passo de cegonha", o "tombo de ladeira", a "xulipa", a "chincha" ("corre-se para o inimigo como a abraçá-lo, e, agachando-se rapido, puxa-se as pernas dele, abaixo dos joelhos, ajudando-o a cair com uma cabeçada"), o "me esquece", o "voo do morcego" e o "suicidio". Este ultimo é original e terrivel, porque se o inimigo estiver armado de punhal ou faca, suicida-se infalivelmente." O autor até sente escrupulos em contar sua tecnica: "talvez faça mal em descrevê-lo". Felizmente o livrinho ensina tambem os contra-golpes, alguns violentos. E, para finalizar, ensina os chamados "golpes de tapeação", como a pisadela no pé do adversario, o olhar falso, o gesto de fingir que se vai tirar com o pé qualquer coisa do chão, para que o adversario se descuide um instante. E ainda este golpe, evidentemente pouco elegante, "finge-se que se vai cuspir no adversario, fazendo-o fechar os olhos e aí aproveita-se a occasião dando-lhe o merecido castigo." Nas gravuras, os jogadores aparecem não apenas de botinas como de meias e ligas, o que tambem não me parece muito elegante. Mas nem a capoeira, nem a politica são, afinal de contas, coisas de muita elegancia.

fuente: http://almanaque.folha.uol.com.br/rubembraga2.htm

martes 22 de febrero de 2011

1645- PERNAMBUCO -INSTRUMENTOS AFRICANOS INDIOS Y EUROPEOS

FUENTE: Author: Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (Brazil), Publisher: Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil : O Instituto, Year: 1908, Language: Portuguese, Description based on: Vol. 17 (1973/1974), Publication suspended 1949-1956, Vols. 1-3 also numbered by ano

sábado 19 de febrero de 2011

1886- Capoeira en la escuela

Na rua não havia senão meninas e ninguém podia separá-los. Franti atirou-o ao chão, porém Stardi ergueu-se logo e investiu de novo ; mas Franti batia-lhe como numa porta; num momento arrancou-lhe metade de uma orelha, machucou-lhe um olho, e fez-lhe deitar sangue pelo nariz. Mas Stardi, forte, rugia: — Mata-me, mas hás-de pagar-me. E Franti, de cima, aos bofetões e ponta-pés; e Stardi de baixo, correspondia com cabeçadas e muros.
Uma senhora gritou da janela: — Bravo, rapaZ!
Diziam outras:
— É um irmão que defende sua irmã... Coragem!
Dá-lhe, dá-lhe sem pena.
E gritavam a Franti: —I Preverso, covarde!
Franti estava furioso; passou-lhe uma rasteira. Stardi caiu por baixo dele. — Rende-te!
— Não! — Rende-te! — Não!
E num pulo conseguiu Stardi levantar-se, e, cingindo Franti pela cintura e fazendo um furioso esforço, atirou-
o de costas na calçada, e pôs-lhe um joelho no peito. — Ai! que o infame puxa por uma faca; gritou um homem correndo para desarmar Franti.
FUENTE: Coração. Trad. de V. de Magalhães ([n.d.]), : De Amicis, Edmondo, 1846-1908; Magalhães, V. de , Publisher: Lisboa Emprêsa Literária Universal, Language: Portuguese


NOTA: O estudo analisa o sucesso editorial de Coração. Diário de um menino (1886), de Edmundo De Amicis (1846-1908) - recomendado como livro de leitura para meninos de 9 a 13 anos, na escola brasileira. Através da narrativa confessional, a obra procura educar e moldar o leitor, na perspectiva de ensinabilidade da moral e das virtudes cívicas, fortalecendo o caráter nacional do futuro cidadão. No período da Primeira República (1889-1930), o caráter nacional foi fortalecido através da educação moral, cívica e religiosa - eixo das preocupações para os que almejavam o controle das relações e estruturas sociais para regenerar o País. A obra representa os valores da ilustração brasileira quanto ao projeto pedagógico republicano de formação do novo homem para o novo regime - crença ilustrada nas virtudes da instrução moral e cívica, como forma de manter a ordem social. http://galaxy.intercom.org.br:8180/dspace/bitstream/1904/17514/1/R0767-1.pdf

viernes 18 de febrero de 2011

1890-BRASIL-Capoeiragem prohibido

FUENTE: (pág 191) Die strafgesetzgebung, der gegenwart in rechtsvergleichender darstellung (1894)

Author: Internationale kriminalistische vereinigung. [from old catalog]; Liszt, Franz von, 1851-1919; Crusen, Georg, 1867- [from old catalog], Publisher: Berlin, O. Liebmann, Year: 1899, Language: German