lunes, 29 de noviembre de 2010

1712- Termino CAPOEIRA (FORTIFICACIÓN)

Vocabulario portuguez e latino ...Rafael Bluteau, Collegio das Artes da Companhia de Jesu (Coimbra) no Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712 - 654 páginas. http://books.google.com/books?id=SUIkCGif57IC&printsec=frontcover&hl=es#v=onepage&q&f=false

domingo, 28 de noviembre de 2010

1833-SAO PAULO -Prohibido cualquier tipo de LUCHA en lugar público (a libres y esclavos).

De cassange, mina, benguela a gentio da Guiné.Grupos étnicos e formação de identidades africanas na cidade de São Paulo (1800-1850) , Regiane Augusto de Mattos.

Em 1833 foi criada uma Postura na Câmara de São Paulo, proibindo, em definitivo, a prática da capoeira e determinando a pena ao infrator. O ofício abaixo traz as determinações da Postura:
“Postura da Camara Municipal d’esta cidade . Toda a pessoa, que nas Praças, ruas, casas publicas, ou em qualquer outro logar também publico, praticar ou exercer o jogo denominado = de capoeira ou qualquer outro genero de lucta, sendo livre será preza por tres dias, e pagará a multa de um a tres mil reis, e sendo captiva, será preza, e entregue a seo Senhor, para a fazer castigar na grade com 25 a 50 açoites, e quando o não faça soffrerá a mesma multa de um a três mil reis."
Paço do Conselho Geral de S. Paulo 1o. de Fevereiro de 1833 = José Bispo,
Presidente = Manuel Joaquim do Amaral Gurgel, secretário
secretaria da Camara em S. Paulo 14 de março de 1833
Jozé Xavier de Azevedo Marques”406
406
AESP. Ofícios Diversos da Capital, C00869, pasta 1, doc 78.

miércoles, 24 de noviembre de 2010

sábado, 20 de noviembre de 2010

2011- FICA "observer status" en la Asamblea SportAccord Londre 2011 (08/04)

1838-Rio de Janeiro- CAPOEIRA BATUQUE Y LUNDÚ

BRAZIL PITTORESCO

HISTORIA — DESGRIPÇÕES — VIAGENS— INSTITUIÇÕES
RIO DE JAINEIRO
TYPOGRAPHIA NACIONAL. 1859.


Jogos e danças dos negros.— No sábado a noite, depois do ultimo trabalho da semana, e nos dias santificados, qua trasem folga e repouso, concede-se aos negros uma ou duas horas para a dança. Reunem-se então no terreiro, chamão-se, grupão-se, incitão-se, e a festa começa. Aqui e a capoeira, especie de dança pyrrhica, de evoluçoes atrevidas e guerreiras, cadenciada pelo tambor do Congo; ali o batuque, posiçoes frias ou lascivas, que os sons da viola Urucungo acelerão ou demorão; mais alem tripodiase dança louca, na qual olhos, seios, quadris tudo, uma falia, tudo provoca, — espécie de frenesi convulsivo inebriante á que chamão lundu.


Jeux et danses des nègres.—Le samedi soir après le dernier travail de la semaine, el les jours de fèle qui donnent chômagc et repos, les noirs ont une heure ou deux de veilléc pour les danses. lis se réunissent en leur terreiro, s'appelletl, se groupent, s'agacent et les marches s'ouvrent. lei c'est la capoeira, espèce de danse pyrrhique, aux évolutions hardies et de combat, que réglele tambour du Congo; là c'est le batuque, poses froides ou lascives qu'accélère ou contient l'Uructmgo viole à cordes maigres; plus loin c'est une danse folie oii le regard, les scins et les hanclies provoquent; c'est uno espèce de convulsion enivrée qu'on appelle le lundu.


T. III. Pag.7



grifo:
BRAZIL PITTORESCO

miércoles, 17 de noviembre de 2010

A FORMAÇÃO DO CENÁRIO CONTEMPORÂNEO DA CAPOEIRA.

Os Desafi os Contemporâneos da Capoeira. Luiz Renato Vieira e Matthias Röhrig AssunçãoA FORMAÇÃO DO CENÁRIO CONTEMPORÂNEO DA CAPOEIRA. Voltemos um pouco no tempo, para explicar melhor a emergência da capoeira contemporânea. No início dos anos 1970, os capoeiristas ainda tinham algo de exótico.

A própria capoeira era vista como uma manifestação cultural que buscava se afi rmar como esporte, cujo lugar “natural” seriam as comunidades mais pobres e periféricas, de população predominantemente afrodescendente. Em instituições mais elitizadas, a capoeira ainda causava extrañeza e, de fato, muitas delas fechavam suas portas para essa prática. Era necessário, portanto, um grande esforço de “organização”, dando continuidade à trajetória iniciada pelos capoeiras da primeira metade do século XX. Assim, as décadas de 70 e 80 se caracterizam como a época dos grandes projetos relacionados à capoeira, a maioria deles com algum grau de pioneirismo (embora houvesse muitas e importantes iniciativas isoladas anteriores): capoeira na escola, na universidade, para portadores de necessidades especiais, nos cursos de licenciatura em educação física, em institutos de reeducação de menores infratores, como terapia, como “ginástica brasileira” e como objeto de dissertações e teses acadêmicas. Há na literatura sobre a capoeira diversos registros de trabalhos relevantes, em todas essas áreas e em algumas outras e não é nossa proposta aqui enumerá-los. O importante é destacar esse momento de mudança na história contemporânea da capoeira. Foi nas décadas de 70 e 80, também, que a capoeira conquistou seu lugar no cenário esportivo nacional, ainda sob a égide da Confederação Brasileira de Pugilismo, e obtuve reconhecimento de vários órgãos governamentais ligados ao esporte e à educação. No início, as competições de capoeira assemelhavam-se às de outras modalidades de luta, não considerando toda a riqueza da arte, reduzindo-a a um simples esporte de combate. Aos poucos, foi-se cegando a formas mais elaboradas e completas de avaliação
dos capoeiristas e as competições fi caram muito parecidas com as próprias rodas de capoeira. Convém lembrar o papel das competições de capoeira dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) nesse processo, como laboratório para a construção de uma visão mais global da capoeira.
É importante destacar que os anos 1980 foram também a década da expansão nacional dos grandes grupos de capoeira. 1 Firmou-se esse modelo na organização da nossa arte, apesar dos esforços de alguns pela adoção do modelo tradicional das federações. Esse, sem dúvida, foi o passo que mais se destacou na história contemporânea da capoeira: a consolidação da lógica da organização na forma de grupos, em que o professor ou mestre que se forma e organiza sua escola procura vincular-se a uma instituição já reconhecida no mercado. Pode-se, inclusive, discutir em que medida essa forma de organização contribui para preservar a diversidade e a riqueza cultural da capoeira e para o fortalecimento coletivo da arte como forma de resistência cultural. Outra tendência importante, a partir do início dos anos 1980, foi a revalorização das tradições e dos “velhos mestres”, juntamente com o fortalecimento dos grupos de capoeira angola, que ganharam muito espaço à medida que a comunidade da capoeira começava a questionar os caminhos da desportivização.2 Iniciou-se, assim, uma trajetória de reafricanização da capoeira, principalmente nos centros de prática mais tradicionais, que se refl etiu nas linguagens próprias da capoeira: na musicalidade, na instrumentação musical e até mesmo na abordagem histórica dos pesquisadores, que passaram a acentuar as origens africanas e buscar lutas ancestrais e “irmãs” da capoeira, como a ladja, da ilha caribenha Martinica, e o moringue, do Oceano Índico. O nacionalismo simplista, anteriormente tão forte, passou a dar lugar a uma visão mais global da cultura e do processo de formação da capoeira, inserindo-a na história da resistência dos africanos escravizados e de seus descendentes mundo afora. Viu-se que a capoeira precisava ser tratada como um esporte, mas que a arte não poderia ser reduzida somente ao seu aspecto desportivo. Essa abordagem culturalista, então, foi muito enfatizada a partir dos anos 1980, quando as palavras “resgate” e “bagagem” passaram defi nitivamente a fazer parte do vocabulário comum dos capoeiristas. Sintomaticamente, os capoeiristas, que tinham passado a utilizar atabaques com tarraxas, mais funcionais e fáceis de afi nar, voltaram a preferir os tambores trançados com grossas cordas de sisal. É nessa perspectiva – como cultura, e não como modalidade esportiva – que a capoeira ganha o mundo nos anos 1990. Passada a fase da afi rmação de sua riqueza no Brasil, a capoeira torna-se um fenômeno cultural de massa em escala mundial.
http://www.dc.mre.gov.br/imagens-e-textos/revista-textos-do-brasil/portugues/revista14-mat2.pdf

sábado, 13 de noviembre de 2010

1743- BRASIL- Primeiro sistema combinado de defenza- Esporço Vigoroso ,Faca e Pau

grifo: libro:Historia do Brazil, Escrito por Robert Southey, Fernandes Pinheiro, Traducido por Luiz Joaquim de Oliveira e Castro. Publicado por B. L. Garnier, 1862. http://www.scribd.com/doc/37149368/Robert-Southey-Historia-do-Brasil-5

1743- BRASIL- Luctas y Jogos Indígenas

grifo: libro:Historia do Brazil, Escrito por Robert Southey, Fernandes Pinheiro, Traducido por Luiz Joaquim de Oliveira e Castro. Publicado por B. L. Garnier, 1862. http://www.scribd.com/doc/37149368/Robert-Southey-Historia-do-Brasil-5

viernes, 5 de noviembre de 2010

Presentada en primera instancia la FICA en SportAccord 29/10/2010

Señor Sergio Viera, Secretario General de FICA y Vicepresidente Cultural:

Quiero informarle que la FICA fue presentada oficialmente y en primera instancia del COI, en la entidad SportAccord –Lausana Suiza, el día 29/10/2010.
Mantuvimos una reunión de 4 horas donde por protocolo para el reconocimiento de una FI de una nueva modalidad deportiva, presenté toda la documentación exigida para tal reconocimiento. Si bien no cumplimos todos los requisitos, como ocurre con cualquier nueva FI que quiera ser reconocida y vinculada al COI, sí tenemos avanzado el 80% de dichos requisitos. Desde este momento FICA tiene el “Observer Status” de esta entidad y, como presidente de FICA, estoy desde hoy mismo trabajando para que FICA sea “Miembro de Pleno Derecho” de SportAccord en 2016 y por consiguiente:
FICA vinculada al COI.
Agradezco usted me halla dado la oportunidad de leer su tesis doctoral sobre la Capoeira pues esta lectura provocó en mí tal curiosidad que no descansaré, si las Asambleas de FICA me lo permiten, que nuestros nietos participen como Capoeiristas en alguna Olimpiada.





PD: Como dijo el último Campeón del Mundo de Mountan-Byke (español) en una rueda de prensa:” ¿A que queréis que os ganemos los españoles?
Envío certificado del “Meeting FICA-SportAccord” firmado por mí y el presidente de esta última entidad.
Por favor, haga pública esta información y el certificado adjunto.
“Jogo Bonito” .Un abrazo. Javier Rubiera.

jueves, 16 de septiembre de 2010

-Mas é um jogo bonito

A alma encantadora das ruas: crônicas

João do Rio
Companhia das Letras, 1997 - 405 páginas

Em 'A alma encantadora das ruas', reunião de textos publicados na imprensa carioca entre 1904 e 1907, João do Rio percorre as ruas do Rio de Janeiro para reter a 'cosmópolis num caleidoscópio'. A cidade será o palco das perambulações de João do Rio, o dândi para quem o hábito de flanar definia um modo de ser e um estilo de vida.
..............................................Que tem Sussu com a Epifania? Nada. Essas canções, porém, são toda a psicologia de um povo, e cada uma delas bastaria para lhe contar o servilismo, a carícia temerosa, o instinto da fatalidade que o amolece, e a ironia, a despreocupada ironia do malandro nacional.

-Mas por que, continuo eu curioso, põem vocês junto do rei Baltasar aquele boneco de cacete?
-Aquele é o rei da capoeiragem. Está perto do Rei Baltasar porque deve estar. Rei preto também viu a estrela. Deus não esqueceu a gente. Ora não sei se V. S.ª conhece que Baltasar é pai da raça preta. Os negros da Angola quando vieram para a Bahia trouxeram uma dança chamada cungu, em que se ensinava a brigar. Cungu com o tempo virou mandinga e S. Bento.
-Mas que tem tudo isso?...
-Isso, gente, são nomes antigos da capoeiragem. Jogar capoeira é o mesmo que jogar mandinga.
Rei da capoeiragem tem seu lugar junto de Baltasar. Capoeiragem tem sua religião.
Abri os olhos pasmados. O negro riu.
-V. S.ª não conhece a arte? Hoje está por baixo. Valente de verdade só há mesmo uns dez: João da Sé, Tito da Praia, Chico Bolivar, Marinho da Silva, Manuel Piquira, Ludgero da Praia, Manuel Tolo, Moisés, Mariano da Piedade, Cândido Baianinho, outros... Esses «cabras» sabiam jogar mandinga como homens...
-Então os capoeiras estão nos presepes para acabar com as presepadas...
-Sim senhor. Capoeiragem é uma arte, cada movimento tem um nome. É mesmo como sorte de jogo. Eu agacho, prendo V. S.ª pelas pernas e viro - V. S.ª virou balão e eu entrei debaixo. Se eu cair virei boi. Se eu lançar uma tesoura eu sou um porco, porque tesoura não se usa mais. Mas posso arrastar-lhe uma tarrafa mestra.
-Tarrafa?
-É uma rasteira com força. Ou esperar o degas de galho, assim duro, com os braços para o ar e se for rapaz da luta, passar-lhe o tronco na queda, ou, se for arara, arrumar-lhe mesmo o bauú, pontapé na pança. Ah! V. S.ª não imagina que porção de nomes tem o jogo. Só rasteira , quando é deitada, chama-se banda, quando com força tarrafa, quando no ar para bater na cara do cabra meia-lua.
-Mas é um jogo bonito! fiz para contentá-lo.
-Vai até o auô, salto mortal, que se inventou na Bahia.
Para aquela lição tão intempestiva, já se havia formado um grupo de temperamentos bélicos. Um rapazola falou.
-E a encruzilhada?
-É verdade, não disseste nada de encruzilhada?
E a discussão cresceu. Parecia que iam brigar.
Fora, a chuva jorrava torrencial. Um relógio pôs-se a bater preguiçosamente meia-noite. As mulatinhas cantavam tristes:
Meu rei de Ouros quem te matou?
Foi um pobre caçadô.
Mas Dudu saltou para o meio da sala. Houve um choque de palmas. E diante do quarto, onde se confundia o mundo em adoração a Deus, o negro cantou, acompanhado pelo coro:
Já deu meia-noite
o sol está pendente
um quilo de carne
para tanta gente!
Oh! Suave ironia dos malandros! Na baiúca havia alegria, parati, álcool, fantasia, talvez o amor nascido de todas aquelas danças e do insuportável cheiro do éter floral.
A alma encantadora das ruas - Joao do Rio



1882-Aluísio Azevedo "jogo da capoeira"

Título original: Girândola de Amores
autor: Aluísio Azevedo
gênero: Romance
ano de lançamento: 1882
Nº de páginas: 203
.....................Uma semana depois, recebeu dela uma carta. Pedia-lhe que aparecesse. «Ele estava um ingrato; também isso não admirava, porque, segundo o que Olímpia ouvira dizer, Gregório não perdia uma noite do Alcazar, e andava apaixonado por uma francesa. Ela sabia de bonitas coisas a seu respeito!» Falou em certa orgia no Hotel Paris. A carta terminava pedindo ao rapaz que fosse domingo jantar com Olímpia. A viúva Guterres estaria presente e desejava conhecê-lo.

Gregório leu cinco ou seis vezes aquelas palavras.
-Devia ou não devia ir?...
Não foi. Mandou um bilhete, pedindo desculpas, e não apareceu.
Um mês depois, nova carta. Era mais extensa e mais recriminatória; Olímpia queixava-se amargamente do proceder de Gregório e pedia-lhe ternamente que a fosse ver. Ele ainda desta vez não foi.
Entretanto Gregório principiava a ganhar reputação de estroina. Um dos seus companheiros da pândega era o padre Beleza; padre ainda moço e levado da breca. À noite metia-se em roupas seculares, escondia a coroa e atirava-se para o Alcazar, onde floresciam nesse belo tempo as pernas da Aimé. O Beleza era quase sempre cabeça de motim e jogava capoeira como os mais entendidos da matéria. Contavam dele façanhas terríveis. O bispo não conseguia corrigi-lo.

jueves, 9 de septiembre de 2010

1888-Indios Caiangans EN COMBATE SIMULADO ¿XONDARO?

Author: Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (Brazil)

Volume: 51
Publisher: Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil : O Instituto
Year: 1888
Possible copyright status: NOT_IN_COPYRIGHT
Language: Portuguese
Collection: americana


Lima Campos localizou a origem da capoeira nos distúrbios da Independência, “pela necessidade do independente, fisicamente fraco [o mestiço brasileiro], de se defender ou agredir o expossessor robusto [o português]”. Negava ou diluía, outra vez, as origens escravas da capoeira, e até reclamava uma origem indígena para a arte:
Creou-a o espírito inventivo do mestiço, porque a capoeira não é portuguesa nem é negra, é mulata, é cafusa e é mameluca, isto é – é cruzada, é mestiça, tendo-lhe o mestiço anexado, por princípios atávicos e com adaptação inteligente, a navalha do fadista da mouraria lisboeta alguns movimentos sambados e simiescos do africano e, sobreudo, a agilidade, a levipedez felina e pasmosa do índio nos saltos rápidos, leves e imprevistos para um lado e outro, para vante e,  surpreendentemente,como um tigrino real, para trás, dando sempre a frente ao inimigo. (L. C., 1906)
A invenção de uma ancestralidade indígena, conforme o modelo romântico
do século XIX, oferecia a vantagem de conferir um caráter mais nobre
(como o bom selvagem da Ilustração setecentista) e mais autenticamente
brasileiro à capoeira. Além do mais, a inclusão de algum elemento indígena
nas origens da arte se enquadra melhor com a ideia fixa de que tudo o que é autenticamente brasileiro provém da mestiçagem entre as “três raças” formadoras. De fato, até o presente há autores que afirmam
que Anchieta ou Martim Afonso de Souza presenciaram os povos tupi jogando capoeira (BRASIL, [1994?], p. 1).
fuente: Antropolítica N iterói, n. 24, p. 19-40, 1. sem. 2008

miércoles, 8 de septiembre de 2010



Libro: Negros bantus ,Autor: Edison Carneiro , Editor: Civilização brasileira, s.a., 1937 , N.º de páginas 187 páginas