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jueves, 1 de marzo de 2012

pezado capoeira mandando uma cabeçada

Eis-aqui o caráter do denunciante , e informantes... E quem sentiu de rir do mal encaixado carapetão* de ter visto o jogador de búzio , o digno sobrinho do Senhor seu Tio , 60 homens em casa de Reymundo Francisco Bruce ; e visto de passagem ? .. Poderia dizer , que ouvira vozes , ou murmúrio , instrumentos , danças , &c. , mas ter a habilidade de contar da rua , n'um sobrado bastantemente alto 60 homem* , sem penetrar esta morada; he forte esperteza de rapaz ! .. Mas dado , e nunca concedido , que em casa de Raymundo Francisco Bruce , Almoxarife dos Armazéns Nacionais e da Intendência i\a. Marinha , ( que não he nenhum lha-galhé) houvesse hum ajuntamento de pessoas , poderia nunca daqui deduzir-se , uma ida de revolução? E que quererá dizer , entendo ser revolução , com' as idéias associadas , contra o Presidente , e para melhor dizer, centra o Imperador ? He muito avançar... Que tino de rapaz! ou antes que desatino do Tio José , do amigo Feio , e do mestiço! Quem não se escangalhará de rizo , de ver este pezado capoeira mandando uma cabeçada de encomenda ao Saphico Barros , por intermédio do seu consócio da gargalheira (em Coimbra) o Ajudante d'Ordens , Barbaças , Pimentel? Eis-aqui como escrevinhando o mestiço a ensinuada denuncia, se rompeu á escena , e se poz em marcha o negocio , levando-se de rojo ao Alcaçar as suscados criminosos , para fazerem declarações de factos , nunca existentes de palavras vãs , nunca proferidas , insípidas composições extrajudiciais , exageradas na letra do- tal Secretario França, do homem mais caloteiro., venavel , e ladrão , cujos princípios, e vergonhosa vida , vão descrevei- e , para confuso , e horror do seu ex-presidente , cujo objeto foi , o de inflamar paixões odiosas para que o furor , e o ódio presidisse nos Tribunais de Justiça.........
Fuente: Astrea (Red. F. B. dos Sanctos) J ..... B ..... Dos-Sanctos, Typigr. mercantil, 1827,pag.756

domingo, 13 de febrero de 2011

O famoso Vidigal

(pag 224-225) Era coronel -do corpo de policia Jose Maria Rebello e major o famoso Vidigal, vivo ainda na recordagao fluminense, munido da chibata com que surrava sem escrupulos os capoeiras que entraram a infestar e amotinar com suas maltas a pacata cidade, associados aos embarcadigos ebrios da crescente navegagao estrangeira. A tradigao pinta o major apparecendo inesperadamente nos batuques, empolvando os vagabundos que, depois de castigados, eram levados a assentar praga, e rastejando admiravelmente os criminosos.

Comtudo os furtos no Rio eram frequentes e cada dia se iam tornando mais, assim como as brigas invariavelment? assignaladas com facadas, a medida que augmentava em numero a rale desordeira. O representante francez escrevian um de seiis officios (i) que nao possuindo a policia portugueza bastante actividade nem meios sufficientes de desempenhar o seu papel, acontecia serem raramente punHos os delictos commettidos pelos nacionaes e, pelo que toca aos estrangeiros, contentar-se a administragao com expulsar aquelles cujo comportamento se Ihe tornava suspeito. O facto e que as devassas encontravam grandes difficuldades e os crimes offereciam entao muito maior probabilidade de ficarem impunes, apezar de toda a habilidade de Vidigal.
Tanto estavam porem mais em harmonia com a falta de educaçao do povo e as ideas correntes os processes summaries do major e seus acolytos, que em 1821, depois do 26 de Fevereiro e consequente substituicjio de Paulo Fernandes Vianna por Pereira da Cunha, peoraram muito as condigoes policiaes da cidade, a qual ficou anarchizada, soltando-se as maltas de capoeiras que, armados de navalhas e as cabeçadas, espalhavam o terror nas festas e nos ajuntamentos populares.
FUENTE: Dom João VI no Brazil, 1808-1821 Volume 1 (1908), Author: Lima, Oliveira, 1867-1928, Subject: John VI, King of Portugal, 1767-1826; Brazil -- History 1763-1822, Publisher: Rio de Janeiro : Typ. do Jornal do Commercio, de Rodrigues, Language: Portuguese

lunes, 19 de octubre de 2009

FUENTE DIBUJO: http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/08/1852-carnerada-capoeira.html

El pintor y dibujante alemán Johann Rugendas, que estuvo en Brasil en 1821, escribió una de las primeras defi niciones de capoeira, describiéndola como una “diversión guerrera” de los negros,
en que se intentaba golpear el pecho del adversario con la cabeza y defenderse con saltos de costado y paradas. El dibujante compara a los competidores con chivos, debido a
los choques de cabeza que sucedían durante el juego. Plácido de Abreu, en el libro Os capoeiras, presenta términos tales como topete a cheirar (copete a oler) y chifrada (corneada), ambas variaciones de cabezada.